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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Você conhece os serviços que a Biblioteca dispõe pra você?

Nesta postagem, vamos iniciar ums série de postagens com os serviços que a Biblioteca dispõe. 

Queremos que você passe a conhecer melhor estes serviços e possa utilizá-los!


Sistema de automação on-line - Coruja 

 

Acesse o sistema Coruja e faça sua senha de acesso ou alteração de senha, visualização de obras ainda não devolvidas, renovação, reserva e consulta ao acervo por autor, título e assunto, inclusive pesquisa nos artigos de períodicos indexados:

http://coruja.no-ip.info:3333/coruja/r0.inicio.php?xbd=pe.recife.fsm

 

Comutação Bibliotegráfica - COMUT

 



Você sabe o que é COMUT?

O Programa de Comutação Bibliográfica – COMUT, permite a obtenção de cópias de documentos técnico-científicos disponíveis nos acervos das principais bibliotecas brasileiras e em serviços de informação internacionais.

Entre os documentos acessíveis, encontram–se periódicos, teses, anais de congressos, relatórios técnicos e partes de documentos. Para participar do Comut, o usuário deve, em primeiro lugar, cadastrar-se no Programa, via Internet (http://comut.ibict.br/comut/do/index?op=filtroForm).

Uma vez cadastrado, o usuário pode pedir cópias de documentos, dirigindo-se a uma biblioteca pertencente à rede Comut, que funciona como intermediária. Nesse caso, todos os procedimentos de solicitação serão feitos pela própria biblioteca.

Nós somos Biblioteca solicitante do Comut! Informe-se, solicite!

Levantamento Bibliográfico

 


O levantamento bibliográfico consiste basicamente na recuperação dos dados impressos (“de papel”) ou dos arquivos eletrônicos (“bits de informação”). Tais dados podem ser obtidos tanto em bibliotecas físicas ou virtuais, como é o caso da própria Internet, com suas listas de discussão, acesso online direto à literatura científica, correio eletrônico, listas de discussão, etc. Da mesma maneira com que devemos nos familiarizar com os mecanismos de busca de informações nas bibliotecas físicas, devemos também saber como “procurar” informações nos computadores.

Você pode enviar suas solicitações de pesquisa que realizaremos o levantamento bibliográfico e encaminharemos para o seu e-mail! 
Solicite já o seu!


 Ficha catalográfica

A ficha catalográfica é um registro dos elementos descritivos importantes de um recurso de informação e que servem para selecioná-lo diante de uma necessidade de informação e para localizá-lo fisicamente. Numa publicação impressa a ficha catalográfica deve constar no verso da página de rosto, na parte inferior. 

Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), a catalogação na publicação baseada no padrão internacional estabelecido em 1976 (Cataloguing in Publication - CIP) e no artigo 6 do cap. 3 da Lei do Livro, deve necessariamente ser realizada. Ele serve para reunir em um único lugar, geralmente no verso da folha de rosto, dados  pertinentes à obra, como nome do autor, título, editora, ano de publicação, etc.

A ficha catalográfica (catalogação na fonte) é a descrição física e temática de uma obra, de acordo com normas internacionais (AACR2 – Anglo-American Cataloging Rules – 2.ed.), obrigatória para efeito de depósito legal.

Tem por objetivo facilitar a identificação da obra e sua indexação em bancos de dados. É elaborada para trabalhos acadêmicos e de pós-graduação – monografias, dissertações e teses – e publicações científicas de alunos e docentes, editadas ou não pela mesma instituição.
na publicação, baseada no padrão internacional estabelecido em 1976
icha catalográfica é uma ficha que contém as informações bibliográficas necessárias para identificar e localizar um livro ou outro documento no acervo de uma biblioteca.
Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), a catalogação na publicação, baseada no padrão internacional estabelecido em 1976 (Cataloging in Publication - CIP) e no artigo 6 do Capítulo 3 da Lei do Livro, deve necessariamente ser realizada. Ele serve para reunir
…num único lugar, geralmente no verso da página de rosto, dados pertinentes à obra, como nome do autor, editora, ano de publicação, ISBN e assunto.
Ficha catalográfica é uma ficha que contém as informações bibliográficas necessárias para identificar e localizar um livro ou outro documento no acervo de uma biblioteca.
Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), a catalogação na publicação, baseada no padrão internacional estabelecido em 1976 (Cataloging in Publication - CIP) e no artigo 6 do Capítulo 3 da Lei do Livro, deve necessariamente ser realizada. Ele serve para reunir
…num único lugar, geralmente no verso da página de rosto, dados pertinentes à obra, como nome do autor, editora, ano de publicação, ISBN e assunto.

  Saiba mais sobre os serviços da biblioteca em: http://www.fsm.com.br/web/2008v1/biblioteca/servicos.htm e aguarde os próximos posts!

 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Semana Nacional do Livro e da Biblioteca em destaque na página da FSM

Semana Nacional do Livro e da Biblioteca em destaque na página da FSM



De 23 à 29/10/2012. Confira!
A Semana Nacional do Livro e da Biblioteca foi instituída pelo então presidente João Figueiredo, por meio do Decreto nº 84.631 de 9 de abril de 1980, com início em 23 de outubro e término em 29 do mesmo mês, sendo a última data consagrada ao Dia Nacional do Livro – criado pela Lei 5.191 de 18 de dezembro de 1966. No artigo quarto do citado Decreto, ficou instituída a data de 12 março como o Dia do Bibliotecário por marcar o nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel  BastosTigre.

De 02/10 a 20/11 estamos dando início a CAMPANHA DE DOAÇÕES de LIVROS DE LITERATURA NACIONAIS E ESTRANGEIROS com o objetivo de oferecer a leitura como opção de lazer. Participe, doe um ou vários livros, escolha títulos que mais lhe agrada. Assim, nossa coleção ficará muito mais atrativa e VOCÊS TODOS poderão partilhar do que mais gostam. Afinal, descubra que ler é a maior DIVERSÃO e viaje no mundo da leitura.

Agenda Cultural do Recife - Outubro 2012

Agenda Cultural do Recife - Outubro 2012

Bibliotecas

Bibliotecas de outubro de 2012

Biblioteca Popular de Afogados. Fotos: Divulgação

Biblioteca Popular de Afogados
A criação da Biblioteca Popular de Afogados teve sua origem baseada em experiências de bibliotecas populares que vinham do Rio de Janeiro e São Paulo, e tinham como padrão as das cidades dos Estados Unidos. Com isso, a Prefeitura do Recife propiciou a instalação, por intermédio da Diretoria de Ação Cultural (DDC), de três bibliotecas populares nos bairros de Santo Amaro, Tejipió e Encruzilhada. As ações e repercussões da DDC se confirmaram, posteriormente, com a abertura de mais uma biblioteca, a Biblioteca Popular de Casa Amarela, e o Projeto Ônibus – Biblioteca.
A Biblioteca Popular de Afogados teve a sua instalação autorizada no dia 5 de março de 1952, pela Prefeitura por meio da Lei n°1696. O projeto arquitetônico esteve sob os cuidados do arquiteto Fernando Menezes, enquanto o mobiliário foi desenhado por Aloísio Magalhães e sua inauguração se deu em 12 de janeiro de 1955, na administração de José Maciel. O prédio localizado em meio a uma pequena praça traz para os bibliotecários e para os moradores locais algumas vantagens em relação ao acervo e ao livre acesso às estantes.

Artes cênicas

O até logo e a estreia nos teatros recifenses

Olivier e Lili - uma história de amor em 900 frases.
Foto: Camila Sérgio

Últimas apresentações - Com espectadores indo do riso às lágrimas, a peça “Olivier e Lili: Uma História de Amor em 900 Frases”, com os atores Leidson Ferraz e Fátima Pontes, faz suas últimas sessões de quarta a sexta-feira desta semana, dias 10, 11 e 12 de outubro, sempre às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (estudantes, professores e maiores de 60 anos, à venda no dia da apresentação, a partir das 19h). A obra revela a história verdadeira de Elizabeth Mazev e Olivier Py, hoje, dois aclamados artistas do teatro francês, numa amizade para lá de inusitada, em diálogo com a trajetória dos intérpretes em cena. Direção de Rodrigo Dourado.
O Beijo no Asfalto. Foto: Américo Nunes
Estreia - Com direção de Claudio Lira e após ser aplaudida no Rio de Janeiro, a aguardada peça “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, faz duas únicas sessões no Teatro de Santa Isabel, neste sábado (13), às 20h30, e domingo (14), às 19h, com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (estudantes, professores e maiores de 60 anos, já à venda na bilheteria a partir desta terça-feira). A trama mostra a reviravolta que acontece na vida do jovem Arandir, que socorre um desconhecido atropelado e, atendendo a um pedido deste à beira da morte, lhe dá um beijo na boca. Por ser casado, o caso ganha espaço na imprensa, sendo explorado com extrema crueldade. No elenco, Arthur Canavarro, Andrêzza Alves, Eduardo Japiassu, Ivo Barreto, Pascoal Filizola, Sandra Rino, Daniela Travassos e Lano de Lins. Produção de Renata Phaelante e Andrêzza Alves.
Serviços:
Teatro Hermilo Borba Filho
Av. Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife
3355-3321 / 3355-3320
Teatro de Santa Isabel
Praça da República, s/n, Santo Antônio

Espetáculo “LEVE” em única apresentação no Marco Camarotti nesta quinta (4) com entrada gratuita

Foto: Breno César

O premiado espetáculo de dança “LEVE”, do Coletivo Lugar Comum, encenado pelas bailarinas Renata Muniz e Maria Agrelli, poderá ser visto esta semana mais uma vez no Recife em única apresentação, no Teatro Marco Camarotti, em Santo Amaro, nesta quinta (4), às 16h. A encenação encerra o projeto aprovado pelo FUNCULTURA que possibilitou diversas apresentações entre os meses de março e maio no Hermilo e que culmina agora com mais essa, no SESC Santo Amaro.
A sessão desta quinta contará com audiodescrição, proporcionando a tradução intersemiótica do que está sendo visto em palavras que descrevem objetivamente os movimentos e a interpretação das meninas, luz, cenário, figurinos, tudo especialmente e poeticamente pensado para as pessoas com deficiência visual. Além de um intérprete de LIBRAS que ensaiou todo o texto falado e as letras das músicas junto com as bailarinas para integrar ao espetáculo a tradução simultânea na linguagem dos sinais. O trabalho de consultoria e desenvolvimento do projeto de acessibilidade é da VouVer, da atriz Andreza Nóbrega e da psicóloga Liliana Tavares, ambas consultoras em acessibilidade e audiodescritoras.
“LEVE foi o primeiro espetáculo de dança em Pernambuco a contar com o recurso da audiodescrição, durante uma das apresentações do Palco Giratório, em 2010. Agora tornou-se o primeiro a realizar uma temporada inteira com esse pensamento que integra a arte e a acessibilidade comunicacional com audiodescrição e LIBRAS na concepção de cada uma das sessões realizadas”, explica Andreza Nóbrega. Ela diz que em teatro já há mais iniciativas, mas em dança ainda são poucos os grupos que se concentram no debate. “Mas tudo isso vai mudando aos poucos. A orientação sobre a importância da acessibilidade ressaltada nos próprios editais, como é o caso do FUNCULTURA, tem feito os coletivos e artistas planejarem seus espetáculos com essa prioridade”, completa Liliana Tavares.

Sesc Casa Amarela realiza mais uma edição do projeto Cineclube Coliseu.


A partir do dia 4 deste mês, o Sesc Casa Amarela realiza,  a partir das 19h, mais uma edição do projeto Cineclube Coliseu. Neste mês, os filmes serão da mostra Vicente Price: O Mestre Macabro. O primeiro filme exibido será Dr. Morte (dia 4, classificação 18 anos), em seguida No Domínio do Terror (dia 11, classificação 12 anos) e O Corvo (dia 18, classificação 16 anos). A entrada é gratuita. Mais informações: (81) 3267-4400.

Cine Pasárgada apresenta O Beijo da Mulher-Aranha



Nesta quinta-feira (20), às 18h30, o CinePasárgada apresenta O Beijo da Mulher-Aranha (Hector Babenco, BRA/EUA, 1985), em sessão seguida de debate com a presença do Prof. José Jacinto dos Santos, autor do livro O Beijo da Mulher-Aranha: o espaço na narrativa literária e fílmica (Ed. UFPE, 2009). Além da oportunidade de apreciar este importante e premiado filme de nossa história, com William Hurt e Sonia Braga no elenco, o evento propõe um diálogo a respeito da adaptação feita a partir do romance argentino de Manuel Puig, na maneira como a espacialidade recebe tratamentos diferenciados entre a literatura e o cinema.

Os curadores do Cine, Raquel do Monte e Fernando Mendonça, compreendem que a sessão possibilita uma importante reflexão não apenas sobre as linguagens em jogo, mas sobre a cumplicidade que se forma entre obra e público, entre ficção e realidade. As palavras do Prof. Jacinto, na introdução de seu livro — fruto de uma pesquisa feita durante o seu Mestrado em Teoria Literária —, esclarecem: “Quando lemos o livro e assistimos ao filme O Beijo da Mulher-Aranha, permitimo-nos ser deslocados para os espaços da narrativa a fim de que pudéssemos perceber sua profundidade. Nosso corpo passou a estar na obra e alcança-la assim como a veste que nos cobre o corpo. Esta é uma relação de cumplicidade necessária para que a linguagem atue significativamente e, portanto, seja compreendida. Os personagens nos espaços percorridos por eles se fizeram uma verdade para nós leitores ou espectadores no momento de nossa relação com eles. A arte nos chega quando agimos em conjunto com ela, pois bem sabemos que percebê-la é uma questão de ação.”

Serviço
CinePasárgada
O Beijo da Mulher-Aranha (Hector Babenco, 1985)
Quinta-feira (20), às 18h30
Espaço Pasárgada — Rua da União, 263 – Boa Vista
Entrada gratuita
 

CinePasárgada exibe filme argentino Medianeras


A configuração da cidade contemporânea e as subjetividades que brotam a partir da paisagem urbana são os pontos de partida do filme Medianeras. A produção argentina será exibida no CinePasárgada nesta quinta-feira (13), às 18h30. Ao fim da exibição a jornalista e pesquisadora Márcia Laranjeira conversará com o público presente.

Medianeras, lançado na Argentina em 2011 e que teve rápida passagem pelo circuito de exibição no Recife, fala sobre solidão, amores líquidos e realidades mediadas pelos meios de comunicação a partir da observação do cotidiano de dois personagens, Martín e Mariana. A metáfora das janelas serve para ilustrar a relação cidade, experiência estética e o lugar da existência na contemporaneidade.
 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Curiosidades sobre a história do livro

Neste Outubro, mês do livro e da Biblioteca, vamos postar algumas curiosidades sobre a história e evolução do livro e da biblioteca, se liga aí!

O livro como o conhecemos hoje não data de muito tempo atrás. As primeiras idéias primitivas (mas não menos importantes) de livros surgiram há mais ou menos quatro mil anos atrás, na época dos egípcios. Para registrar seus documentos, largas folhas de palmeiras egípcias eram utilizadas, transformando-se depois no papiro que conhecemos hoje, que nada mais é do que o talo dessas mesmas folhas triturados, entrelaçados e secos.
Os escribas egípcios, de certa forma, já se preocupavam com o arranjo do texto na “página”, uma vez que escreviam em colunas e inseriam ilustrações em seus textos. Após terminados, os papiros eram colados uns aos outros, e eram guardados enrolados – alguns chegavam a medir 20 metros de comprimento, suuuper prático de se ler em uma viagem ou na cama.
413px-Joseph_Smith_Papyrus_Segment_IVPapiro egípcio (crédito: Wikipédia)
A substituição do papiro chegou, provavelmente, com Eumênio II, rei de Pérgamo (197-158 a.C.), na Ásia. Ele foi obrigado a pesquisar um novo tipo de base para seus documentos depois que Ptolomeu Epifânio, de Alexandria, proibiu a exportação do papiro. Surgiu então o pergaminho, ou pergamenum, a membrana pergamena. Uma pele de animal (geralmente de um carneiro) era esticada em um caixilho, seca, branqueada com giz, polida e alisada com pedra-pome.
Os pegaminhos, por serem mais resistentes do que os papiros, podiam ser dobrados com mais facilidade, aposentando a moda do documento enrolado. Daí surgiram os códices inventado pelos gregos e romanos, onde folhas eram dobradas e juntas borda com borda em uma das margens, com blocos de madeira cobertos por cera. A palavra página,usada para denominar o lado de uma folha, vem do latim pagina, ou “algo atado”.
O papel (nome derivado de papyrus em latim ou papuros, do grego) foi criado na China em data ainda não confirmada, variando entre 200 a.C. e 104 d.C., e eram confeccionados com a casca da amoreira ou com o bambu cuja polpa esmagada era transformada em fibras, espalhada sobre um tecido e deixada assim para secar.
O nome livro deriva do latim líber, enquanto o nome book data do tempo dos saxões, derivando do saxão bok, em inglês beech tree, literalmente faia, um tipo de árvore. Na época em que esse povo viveu, os domcumentos eram escritos em tábuas feitas com essa árvore.
É chinês o livro mais antigo de que se tem notícia. O Diamond Sutra é do ano de 868 d.C., e ficou escondido por muito tempo em uma caverna fechada no noroeste da China. O conteúdo, feito de textos e ilustrações, é de cunho religioso, e é considerado um dos mais importantes do documentos do Budismo.
Jingangjing
Diamond Sutra (crédito: Wikipédia)
O primeiro livro impresso com tipos móveis, a Bíblia, foi produzido por Johannes Gutenberg, alemão nascido na cidade de Mogúncia, no ano de 1455. Essa tecnologia desenvolvida por  Gutenberg derivou de seus conhecimentos em metais e de prensas utilizadas para esmagar uvas no processo de fabricação do vinho.
Gutenberg_BibleA Bíblia de Gutenberg (crédito: Wikipédia)
Porém, o uso de tipos móveis já havia sido utilizado muito tempo antes pelos asiáticos, com livros datados de 1377 pelos coreanos e impressões em blocos de madeira do século VII pelos chineses, que também já usavam os tipos para imprimir cédulas de dinheiro e cartas de baralho. Em 868 d.C. um cânone do budismo Thervada fez uso de 130 mil blocos de madeira para imprimir o livro Triptaka em xilogravura.
Bem, essa foi uma pequena parte da história do livro, que com certeza possui milhares de outros fatos que permeiam esses mais importantes que apresentei agora. Esse diminuto resumo foi baseado no livro O livro e o designer II, de Andrew Haslam.

Fonte: http://abrindoolivro.wordpress.com/2009/07/20/um-pouco-sobre-a-historia-do-livro/

Outro link interessante sobre a história do livro:

sexta-feira, 15 de junho de 2012

INVENTÁRIO SEMESTRAL DA BIBLIOTECA

Informamos que como em todos os semestres, iniciaremos nosso periodo de Inventário semestral (balanço geral da biblioteca) no periodo de 02-13/07/2012.

Neste período, a biblioteca funcionará para trabalho interno, sendo fechada para atendimento ao público. Receberemos contudo, devoluções de livros e pagamento de multas pendentes.

Os empréstimos e renovações dos livros seguirão até o dia 27/06/2012, no que solicitamos que todas as devoluções sejam realizadas até o dia 29/06/2012.

Durante o periodo de inventário, apenas estarão liberados os empréstimos dos livros do acervo de LITERATURA, a fim de que todos possam desfrutar de boa leitura nas férias de julho.

Boas férias!!!